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Mauro Veríssimo
"À minha Bella, a mulher mais admirável dos jardins dos meus sonhos. Minha vida, a ti pertence."
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A Valsa da Lua
 
 
 
 
Às vezes faço versos de guerra,
Noutras, canções de paz.
Neste momento estou num sério dilema.
Ou aperto o botão e explodo os paradigmas,
Ou silencio e deixo a música tocar.
 
Uma música cigana, talvez,
Ou um balé francês, pode ser.
Voando alto ou navegando o mar profundo,
Sempre acabo, olhando o céu, olhando a lua.
 
Que guia os meus olhos pelo espaço,
Pedindo para dançar a valsa celestial.
Ela me indica a parceira de dança,
A cada noite, uma esperança.
 
Meu coração bate no ritmo desta emoção,
Dependendo da mulher que me acompanha.
Quando doce, suave fica,
Quando rude, forte é o compasso.
 
No entanto, quando deprime,
Para de bater, fica escondido e acanhado,
Esperando um carinho obter, apenas um carinho,
Para que possa voltar a viver,
Para a alegria não vir a perder.
 
Ele tem ficado parado por muito tempo,
Sempre é difícil dançar ao luar,
As noites estão sempre mais frias,
Não há com quem bailar,
A parceira se foi, não vai retornar.
 
Espero que a lua acerte agora,
Para a valsa voltar a dançar,
A esperançar voltar a cantar,
Que a dama eu venha finalmente a amar,
Amar ao som e a luz do luar.
Mauro Veríssimo
Enviado por Mauro Veríssimo em 15/01/2014
Alterado em 01/09/2015

Música: The Rain - Roxette

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