Flamengo, nome de um dos bairros nobres da Zona Sul carioca, emoldurado por três dos maiores cartões-postais do meu Rio de Janeiro: o Corcovado, o Pão de Açúcar e a Guanabara, baía das baías.
Flamengo, você também é o clube cujo manto sagrado veste multidões. É uma grande Nação, uma Nação Continente, que glorifica, abraça e ama sua história, sua luta e sua garra nos gramados do Brasil e nos grandes estádios que o mundo já viu.
Seja sempre esse rubro-negro alucinante. Emocione-nos a cada partida, a cada jogada e a cada gol magistral de seus maestros. Que eles façam os estádios tremerem diante de todos, para que saibam que nenhuma torcida é igual ou sequer semelhante à grande Nação, à Nação Continente.
Flamengo, sempre Flamengo, que nasceu para vencer e vence sempre, não apenas no gramado, mas também nas arquibancadas, quando a Nação entoa seu nome a uma só voz, gritando-o no mais alto tom.
Nossa voz enlouquece o time como se fosse um alucinógeno e espalha o pânico entre os adversários, como se um colosso mítico surgisse diante deles para não deixar pedra sobre pedra.
Ó Flamengo, o que seria de mim sem sua graça no mundo? O que seria de nós sem seu vermelho e preto a banhar toda a Cidade Maravilhosa e todos os recantos do Brasil?
O que seria de nós sem Zico, Júnior, Leandro, Adílio, Andrade, Raul, Cantarelli, Figueiredo, Nunes e tantos outros craques, de origens simples e trajetórias diversas, que encantaram e ainda encantam a todos pela história que construíram ao vestir nosso manto rubro-negro?
Que venha o mundo inteiro!
Nós somos Flamengo e Flamengo sempre seremos, pela glória do futebol-arte, pelo time mais querido do mundo e por sua imensa torcida:
A Nação Continente!